"A esperança de um sonho possível"Temendo por aqueles e aquelas que pararem com a sua capacidade de sonhar, de inventar a sua coragem de denunciar e de anuciar, aqueles e aquelas que, em lugar de visitar de vez em quando o amanhã, o futuro, pelo profundo engajamento com o hoje, com o aqui e com o agora, que em lugar desta viagem constante ao amanhã, se atrelem a um passado de exploração e de rotina.
"Segundo meu pensamento":
A realidade, contudo, é muitas vezes bem diferente do sonho.
Vejamos pela desvalorização do professor.
"Quem sabe faz, quem não sabe ensina"...
Esse é um dito que se tornou popular no Brasil.
Todos dizem gostar dos professores, mas não chegam a incomodar-se com a falta de estrutura para com eles.
O salário é a parte mais visível de uma condição da qual decorre um papel social que se descaracterizou por completo.
Eu, que estou começando essa nova empreitada, pergunto:
"de onde tirar forças para acreditar que um dia vão valorizar a nossa educação e a minha profissão"?
É uma pergunta que ouço com frequência, entre meus colegas de trabalho, apesar de pouco tempo de carreira.
Mas, de acordo com Paulo Freire, também observo que a esperança ainda alimenta essa difícil profissão.
Tiro uma conclusão:
Que ao pisar pela primeira vez em uma sala de aula, todos nós, professores, adquirímos o "vírus do ensinar" quando percebemos que somos um construtor de sentidos, um cooperador, e, sobretudo, um organizador da aprendizagem, deixamos de lado esses problemas para dar lugar a consciência e a sensibilidade.
Dedico esses dizeres aos meus famíliares que são colegas de profissão:
Minha amada Tia Meiry, irmãs Alessandra e Andréa e ao primo Raul.

2 comentários:
E ae professor blz?
mt bom o site cara pra ficar 10 acho q nos poderiamos discutir sobre algumas materias no blog.
fiz um blog tbm da uma passada la www.bloghacker22.rg3.net
vlw
abraçao
Quando decidi estudar filosofia, o fiz por prazer. foi também por prazer que fiz a licenciatura e me tornei professora da rede pública. o exercício do magistério é um processo de auto-conhecimento constante; é aprendizagem recíproca; troca de experiências. aprender e ensinar tornam-se uma coisa só. mas apesar do prazer pessoal, não é possível esquecer ou me conformar com o descaso com que somos tratados, nós professores e alunos. Merecemos o reconhecimento que se materializa em salários dignos,se é que algum salário possa ser digno (penso aqui em Karl Marx), boas condições de trabalho, educação pública de qualidade, que afinal são direitos do cidadão, previstos constitucionalmente!
valeu Léo! somos irmãos, colegas de profissão e companheiros de luta!
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